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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Governo do Estado vai capacitar 17 mil servidores e estudantes em cursos de Educação a Distância


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Segunda-feira, 06 de fevereiro de 2012 - 11h22
Promover a inclusão social por meio da inclusão digital. Partindo deste princípio, o Governo do Estado tem se dedicado, desde o ano passado, em formar e capacitar professores, gestores e alunos da rede estadual de ensino, através de cursos desenvolvidos na modalidade de Educação a Distância (EAD). Com as turmas a serem iniciadas ainda em 2012, a Gerência de Educação a Distância da Secretaria de Estado da Educação (SEE) espera formar, aproximadamente, 17 mil pessoas até o próximo ano.
A EAD ganha vida baseada na concepção de um ambiente virtual de aprendizagem. O projeto desenvolvido pela SEE utiliza o Moodle, uma plataforma tecnológica usada em todo o mundo, para execução de cursos de educação a distância. Com ele, é possível transformar um computador conectado à internet em uma sala de aula virtual.
“Hoje em dia, a juventude vive em meio às tecnologias digitais. Cabe a nós propor ações para aplicar essas tecnologias à educação. E é isso o que temos feito”, explicou Edwin Giebelen, gerente de Educação a Distância e administrador do ambiente virtual que concentra os cursos desenvolvidos pelo Governo Estadual.
O primeiro curso realizado pela SEE na modalidade à distância foi o de Novas Formas de Ensino-Aprendizagem, ainda no ano passado, voltado especificamente para os gerentes da própria secretaria. “Foi um trabalho realizado para o público interno, pois, para começarmos as atividades, era preciso conscientizar os técnicos da secretaria sobre a funcionalidade e a importância da EAD”, explicou Edwin.
Segundo ele, a inclusão social obrigatoriamente tem que passar pela inclusão digital. “Nos tempos atuais, qualquer cidadão tem que se inserir no mundo digital para ter acesso a informações, a vagas de emprego, a dados financeiros, entre outros. Enfim, quem não estiver incluído digitalmente, não está incluído socialmente. Este é um princípio básico para nós. Isso é a base de tudo”, destacou.
Cursos – Atualmente, o Governo do Estado está em andamento com sua primeira turma voltada para o público externo. Trata-se do curso de “Educação para as relações etnicorraciais”, específico para professores da rede estadual. Ele teve início em novembro passado e se estende até o próximo mês de março, contando com quase dois mil participantes.
Em abril, cerca de 1.600 diretores e vice-diretores das escolas estaduais vão iniciar o curso de Capacitação de Gestão Escolar, por meio de parceria do Governo do Estado com o Conselho Nacional de Secretarias de Educação (Consed). Já a formação continuada dos professores – processo que engloba um contingente de 13 mil educadores -, este ano, será realizada pela EAD. Por fim, 300 alunos do Ensino Médio vão começar, no próximo mês de agosto, quatro turmas piloto de ensino técnico-profissionalizante, com o curso de Segurança no Trabalho. Estes dois últimos cursos devem ser concluídos em dezembro de 2013.
“Desta forma, com a realização de todos eles, estaremos formando, até o próximo ano, quase 17 mil pessoas, pela EAD. Entretanto, este número pode crescer ainda mais, já que contabiliza apenas os cursos já autorizados. Outros podem surgir neste período, atendendo a novas demandas”, complementou Edwin.
Formato – Todos os cursos, obrigatoriamente, são iniciados com um encontro presencial, onde são repassadas as orientações gerais sobre o uso da plataforma e o curso em questão. Os participantes inscritos recebem uma senha de acesso ao sistema Moodle, disponível pela internet. “No site, temos a apresentação do curso no qual o participante está inscrito e uma parte fixa com dicas para manuseio da plataforma”, explicou Edwin.
O conteúdo a ser estudado é dividido por módulos e os textos referentes a cada tema é postado no site, bem como as atividades a serem realizadas pelos participantes. Através de fóruns, os assuntos podem ser compartilhados e discutidos não só entre os inscritos no curso como também pelos professores.
Cada atividade vale ponto, que, somados, dão as notas dos participantes. No final, eles precisam realizar um trabalho de conclusão, mas que foge do formato tradicional de monografias. “Desenvolvemos alternativas que deixem o processo mais dinâmico. Por exemplo, tratamos como trabalho conclusivo, um blog. Os participantes têm que postar frequentemente nos seus blogs, discussões e artigos sobre o tema do curso. Vamos acompanhando essas atualizações e fazemos uma avaliação de lá”, destacou o gerente de EAD da SEE. Como em qualquer outro curso, os participantes recebem certificados no término.
Em cada regional de ensino do Estado – que aumentaram de 12 para 14 –, existe um tutor da EAD. Ele é responsável por fazer o acompanhamento mais de perto dos participantes do curso. Além disso, os participantes têm acesso a laboratórios de informática, em cada regional, gratuitamente, para evitar que eles deixem de fazer o curso por não possuírem acesso à internet ou, até mesmo, que paguem pela conexão em lan house.
Fora os espaços voltados para a temática do curso, o Moodle ainda oferece um espaço denominado “Sala de cafezinho”, reservado para interação dos participantes. “Em salas de aulas tradicionais, as turmas saem para comemorações, compartilham conversas. Na modalidade à distância, é só a pessoa e o computador. Isso pode assustar, a princípio. Então, na sala de cafezinho, todos podem interagir e conversar sobre temas que fogem das discussões do curso”, acrescentou Edwin.
A experiência - A pedagoga Flávia Farias é uma das matriculadas no curso de Educação para as Relações Etnicorraciais. Ela tomou conhecimento dele por meio de divulgação no portal do Governo do Estado. “Me senti interessada, pois a temática é nova, pouco discutida nas salas de aula. Acredito que precisamos nos aperfeiçoar constantemente. Conhecimento é sempre bem vindo e, por tudo isso, me matriculei”, disse.
Este é o primeiro curso na modalidade EAD que Flávia participa. Para ela, a experiência está sendo muito interessante. “O conteúdo trabalhado pela internet é riquíssimo. Na plataforma do curso, por exemplo, temos uma biblioteca virtual vasta, recheada de textos que contribuem muito para o nosso aprendizado”.
O curso deve ser concluído em março, mas ela já pretende fazer outros. “A EAD é ótima, pois, além de ser bastante produtiva, facilita a vida de quem tem a rotina corrida, que não teria oportunidade de participar de um curso como esses, caso fossem presenciais”, acrescentou Flávia.
Parcerias – Alguns cursos de EAD a serem desenvolvidos pela SEE vão acontecer em parceria com instituições federais. O técnico em Segurança no Trabalho, voltado para alunos do Ensino Médio, por exemplo, acontecerá em parceria com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB).
De acordo com o diretor de Educação a Distância da instituição, Francisco Raimundo de Moreira Alves, a parceria com a SEE surgiu dentro do programa Escola Técnica Aberta do Brasil, implantado pelo Governo Federal desde 2008, mas nunca desenvolvido na Paraíba. “O programa prevê esse tipo de parceria entre o instituto e órgãos locais, por ser uma ação inserida dentro das políticas públicas do governo brasileiro. Só agora estamos conseguindo concretizar isso”, explicou.
O contato inicial entre o IFPB e a SEE aconteceu em julho passado. A partir daí, foi criada uma comissão para construir o projeto pedagógico do curso. “E, finalmente em agosto, vamos dar início às primeiras turmas. Esta é uma parceria de grande importância, sobretudo por contemplar alunos do interior e da periferia das cidades localizadas em centros urbanos. Portanto, é uma iniciativa de grande importância, sobretudo, a quem será contemplado”.
O modelo de processo seletivo para o curso ainda não foi definido. As informações devem ser divulgadas posteriormente, em edital. Contudo, IFPB e SEE já adiantaram que a parceria deve ser ampliada para oferta de outros cursos.

Secretaria cria Grupo Penitenciário de Operações Especiais da Paraíba


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Segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012 - 14h34
Foto:Secom-PB
Com a missão de executar a manutenção, supervisão, coordenação, controle, segurança e administração do sistema penitenciário no que se refere ao cumprimento das penas, a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) criou o Grupo Penitenciário de Operações Especiais da Paraíba (Gpoe). O ato foi publicado no Diário Oficial do Estado desse sábado (11).
De acordo com o secretário Harrison Targino, o grupo vai suprir a necessidade da Seap de ter acompanhamento qualificado do fiel trabalho penitenciário dentro das normas de execução penal do Estado. A criação do Gpoe se deve às inúmeras atividades do sistema penitenciário que necessitavam de um grupo especializado. Audiências de presos, vistorias, transferências para outras comarcas, contenção de motins, manutenção da ordem e disciplina em momentos de distúrbios serão agora realizados por agentes de segurança penitenciária mais qualificados.
Segundo o tenente-coronel Arnaldo Sobrinho, gerente executivo de Planejamento, Segurança e Informação da Seap, o grupo observará a necessidade da Gerência Executiva do Sistema Penitenciário (Gesipe) em manter os agentes de segurança penitenciária treinados, fardados e equipados para o enfrentamento de situação de risco e demais procedimentos táticos operacionais.
Para fazer parte do Gpoe, o agente penitenciário deve cumprir alguns requisitos, como ser do quadro efetivo de Agente de Segurança Penitenciária (GAJ 1700); não apresentar falta funcional de natureza grave; não ser condenado em processo criminal; e ter certificado de Curso de Escolta e Intervenções Táticas em Estabelecimentos Penais.
Missão – O Gpoe é diretamente subordinado à Gesipe e supletivamente à Gerência Executiva de Planejamento Sistema e Informação (Geplasi). Entre as missões do grupo estão a contenção de motins em presídios, suporte armado a vistorias, escolta de presos, apoio a eventos dentro do sistema previdenciário, proteção de autoridades em visitas ao sistema e captação e processamento de informações para a segurança dos presídios
Nesta terça-feira (14) haverá uma cerimônia de entrega de material especializado para os integrantes do Gpoe, às 9h, na Penitenciária Média de Mangabeira, em João Pessoa.

Mais um suspeito de crime em festa na Paraíba se entrega à polícia


Um dos nove suspeitos se entregou ao fórum de Queimadas, diz Polícia.
Duas mulheres foram estupradas e mortas durante invasão em festa.

Mais um suspeito de envolvimento no estupro e morte de duas mulheres durante uma festa em Queimadas, no Agreste da Paraíba, foi preso nesta segunda-feira (13). De acordo com a Delegacia de Homicídios de Campina Grande, o homem se entregou pela manhã ao fórum da cidade onde o crime aconteceu.

Ao todo, oito homens estão detidos por suposta participação no crime. Inicialmente, a Polícia Militar divulgou que nove pessoas estavam presas, porém a Polícia Civil corrigiu a informação, esclarecendo que um dos nove suspeitos está foragido. Sete dos presos estão detidos na Central de Polícia e serão apresentados à imprensa em entrevista coletiva marcada para as 12h (horário local). Eles estão sendo autuados em flagrante por homicídio qualificado, roubo, sequestro e formação de quadrilha.

Os crimes aconteceram por volta da meia-noite do domingo (12). Segundo o comandante do 2º Batalhão da Polícia Militar, tenente coronel Souza Neto, a principal suspeita é de que os criminosos tenham sido convidados pelos dois irmãos que promoviam a festa para estuprar as mulheres que participavam do evento. Elas teriam sido mortas porque reconheceram alguns dos homens que invadiram a casa durante a festa. Os irmãos estão entre os presos. Três dos suspeitos foram detidos quando estavam no velório das vítimas.

A operação que resultou nas prisões foi realizada em conjunto entre a Delegacia de Homicídios de Campina Grande e o 10º e 2º Batalhão da Polícia Militar. Com o grupo foram apreendidas uma espingarda calibre 12, um balde com material utilizado para fazer as pessoas reféns, uma escopeta, entre outras armas e munições. Por telefone, o comandante do 2º BPM ainda informou que o grupo usava máscaras de Carnaval e capuzes para não ser identificado.

Entenda o caso
Conforme as investigações da Delegacia de Homicídios, o grupo teria invadido a casa pelo portão da frente e trancado os donos do imóvel no banheiro, os homens em um quarto e as mulheres em outro. Eles teriam fugido no carro de um dos convidados da festa, um Fiat Strada, levando R$ 5 mil em dinheiro e duas reféns.

A recepcionista Michele Domingues da Silva, de 29 anos, teria conseguido pular do carro em frente à igreja do Centro de Queimadas, mas foi assassinada com quatro tiros. Ela ainda foi levada ao Hospital de Queimadas, mas não resistiu aos ferimentos.

A segunda vítima, a professora Isabela Pajussara Monteiro, de 27 anos, foi encontrada na estrada que liga Queimadas a Fagundes dentro do carro usado na fuga dos criminosos. Ela foi atingida por três tiros e tinha as mãos amarradas, uma meia dentro da boca e hematomas pelo corpo. De acordo com a Unidade de Medicina Legal de Campina Grande, as duas vítimas apresentavam indícios de violência sexual.



Fonte: Karoline Zilah Do G1 PB
foto: @SouzaNetoTC

Delegada dá detalhes sobre mortes e estupros de mulheres na PB. Veja!


Estupros teriam sido planejados como presente de aniversário para um dos irmãos.
Ao todo, nove foram detidos, sendo três adolescentes.
Donos da casa, que foram mentores do crime, são do Rio de Janeiro.

Os estupros de duas mulheres que foram encontradas mortas após uma festa na madrugada do domingo (12), no município de Queimadas, no Agreste paraibano, foram crimes planejados. A declaração foi feita pela delegada de Homicídios de Campina Grande, Cassandra Duarte, durante entrevista coletiva às 12h (horário local) desta segunda-feira (13). Ao lado de comandantes de batalhões da Polícia Militar na região e outros delegados envolvidos na investigação, ela explicou como teriam agido os irmãos suspeitos de premeditar todo o crime. Eles eram amigos das vítimas e foram presos no domingo à noite, quando acompanhavam o cortejo dos caixões delas para o cemitério.

No total, nove pessoas estão detidas, sendo três adolescentes. Conforme da Polícia Civil, cinco mulheres chegaram a ser violentadas sexualmente, das quais duas acabaram morrendo por terem conseguido identificar os agressores. Uma das vítimas, a professora Isabela Pajussara Frazão Monteiro, de 27 anos, seria ex-cunhada de um dos suspeitos.Segundo Cassandra, o crime foi arquitetado no sábado, quando os dois organizadores da festa convidaram uma das vítimas para o evento e se dirigiram a um mercado para comprar cordas e lacres do tipo 'enforca-gato', com o objetivo de amarrar as mulheres e forçar relações sexuais. A Polícia Civil investiga se os estupros teriam sido planejados como presente de aniversário para um dos irmãos.

A delegada ainda explicou que Michele Domingues da Silva, de 29 anos, e Isabela Pajussara Frazão Monteiro, de 27, eram amigas dos irmãos que organizaram a festa. “Michele inicialmente não era o alvo. Na verdade, eles queriam ter relações sexuais com Isabela e a irmã dela. Isabela foi a primeira a chegar na festa e de lá ficou ligando para a irmã e a amiga, Michele, que estavam na igreja”, informou Cassandra.

Ainda segundo a delegada, quando chegaram à casa as amigas foram amordaças, tiveram os braços amarrados e os olhos vendados. “Elas foram assassinadas porque, durante o ato sexual, Isabela se debateu muito e conseguiu identificar o ex-cunhado dela como um dos estupradores. Ela pediu por socorro, disse que estava vendo que o agressor era o amigo dela e acabou 'selando' sua morte”, declarou a investigadora.

Com base nos depoimentos dos presos, a delegada disse acreditar que todos os homens presentes na festa iriam violentar as mulheres. Nos corpos das mulheres foram encontrados sêmen e resíduos de pele nas unhas. A Polícia Civil vai solicitar a colheita de material genético de todos os presos para exames de DNA. No entanto, a delegada diz ter certeza de que pelo menos três deles chegaram a ter relações sexuais com as vítimas.

"É uma violência gratuita. Aqui não tem dívida, não tem droga, não tem relação de roubo, nem assalto. Apenas eles queriam elas duas, mas como elas os reconheceram acabaram sendo mortas", disse Cassandra Duarte.Com relação ao assalto que chegou a ser denunciado à Polícia Militar pelos irmãos, as testemunhas do caso declararam em depoimento que não passaram de uma simulação para que as mulheres fossem estupradas.

Foragidos do Rio de Janeiro

O delegado Fernando Zoccola, de Queimadas, apurou também que os irmãos apontados como mentores do crime seriam foragidos da Justiça do Rio de Janeiro. “Eles são criminosos perigosos. Vamos apurar os crimes ocorridos em Queimadas e possivelmente atribuídos à dupla. Eles são filhos de paraibanos, mas nascidos no Rio de Janeiro”, explicou.

Além de responder pelo estupro e morte das duas amigas, eles vão ser investigados por outros crimes. A Polícia Civil viu contradições com relação aos bens que eles declararam possuir, como carros importados e motocicletas de alto valor, o que não condiz com o trabalho que dos irmãos em uma vacaria. "Tanto o patrimônio surpreende, porque eles não têm renda fixa na cidade, quanto as armas e a quantidade de munições que eles dispõem", disse Cassandra. Foram apreendidas uma pistola, uma arma de brinquedo, uma escopeta e 100 munições calibre 40.


Os seis adultos presos podem ser autuados por homicídio qualificado, roubo, sequestro, formação de quadrilha e porte ilegal de arma. Eles foram autuados em flagrante e devem ser transferidos para o Complexo do Serrotão até terça-feira (14).

Aluno sãomamedense recebe Certificado de Menção Honrosa da 7ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas


Mais uma grande conquista da comunidade estudantil sãomamedense: aluno da rede municipal de ensino foi destaque em uma competição acadêmica a nível nacional. 

O aluno Raniere Araújo de Medeiros, da Escola Municipal de Ensino Fundamental e Médio “Fildani Souto Gouveia” recebeu um Certificado de Menção Honrosa (Nível 2) pela sua participação na 7ª OBMEP – Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas. A OBMEP é um projeto que tem como objetivo estimular o estudo da matemática e revelar talentos na área. 

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Em Teixeira: Juíza decreta prisão de menor acusado de estupro


A Juíza Dra. Isabella Joseanne expediu o mandado de prisão de um menor de 17 anos, acusado de estupro no mês de dezembro. O mesmo é acusado de cometer o crime contra uma criança de 05 anos de idade.
Foi expedido um decreto de internação provisória por um período de 45 dias, a ser cumprido no Lar do Garoto, na cidade de Lagoa Seca-PB.
O mandado foi cumprido por volta das 15h30m da última quarta-feira (8) pela viatura 1201, do Comando de Choque, e a 0971, comandada pelo Cabo Izidro.

Jéssica Lira - Teixeira1

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Após denúncias, Prefeita de Piancó chama oposição de irresponsável


Oposição acusa prefeita de passar cheques sem fundo.
A prefeita de Piancó, Flávia Galdino, chamou a oposição de irresponsável e ameaçouprocessar os vereadores. “Os cheques estão totalmente pagos. Se eles disserem que não, aí vão responder a um processo”, alertou. Flávia também apontou o funcionamento do banco como causador das inconsistências que apontam para a inadimplência da prefeitura de Piancó.

Segundo ela, o banco não dispõe da demanda de dinheiro que a prefeitura necessita, e apesar de haver informação no sistema da transferência fundo a fundo, demora alguns dias para o governo federal transferir de fato os recursos.

“No gerenciador do banco, aparece como liberado, mas o banco demora a liberar os recursos. Por ser uma cidade do interior, o banco não tem a demanda de dinheiro que o município necessita para a máquina burocrática e executora. Não existe, de imediato, esse casamento de informações. Se o banco não tem o dinheiro, o cheque volta”, disse.

A prefeita também explicou que a saúde, no município, tem cofinanciamento de forma tripartite – União (50%), município (25%) e Estado (25%). Mas afirmou que, no final, acaba o município tendo que arcar com 90% dos recursos. Estamos implantando quatro UTIs, por exemplo. O município está entrando com 90% e estamos numa briga para conseguir que o Estado entre com os 10%”, citou.

A prefeita criticou a prática do “denuncismo” dos vereadores e declarou que isso se deve ao fato de a oposição não ter até agora concorrentes à altura do seu grupo. “A oposição está vendo a aceitação e que o crescimento do município correspondeu aos anseios da população”, assegurou a prefeita.

“Esse denuncismo é muito comum, e vindo de Pabinha, é muito suspeito. Ele que comanda a oposição e os outros quatro vão a reboque. Ter oposição é salutar, mas está faltando uma oposição de alto nível”, alfinetou.


Fonte: Jornal da Paraíba